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8 de setembro de 2015

Eu nunca vou perdoar





Esta frase está muitas vezes presente em conflitos familiares e conjugais e expressa os sentimentos de dor de uma pessoa que sofreu um dano ou foi ferida por condutas de uma pessoa próxima de quem esperava acolhimento e amor. Quando somos feridos, temos de fato uma decisão bastante difícil pela frente: perdoar ou manter a mágoa? Algumas pessoas dizem, com sinceridade, que perdoam, mas não conseguem esquecer o evento que causou a dor, tampouco conseguem relacionar-se novamente com quem lhes causou o dano e o sofrimento – mesmo quando tal pessoa é o próprio cônjuge.
Aqui está um erro comum na interpretação do significado do perdão – “perdoar significa esquecer”. Nossa memória é o mais poderoso HD que existe e nenhuma de nossas experiências nela gravada é apagada, salvo por alguma doença ou traumatismo. Muitas coisas podem ficar escondidas em cantos remotos da memória e serem de difícil acesso, especialmente quando acumulamos experiências, mas jamais são apagadas e com algum esforço podem ser acessadas.
Então, se perdoar não significa esquecer, o que realmente é perdoar? Talvez a minha resposta não seja muito “teológica”, mas perdoar é livrar-se da compulsão neurótica da repetição. Explico melhor: enquanto não perdoamos o dano que sofremos, a nossa tendência é ficar repetindo para nós mesmos o que o outro nos fez, que não merecíamos isso (especialmente nos casos de traição conjugal), que aquilo que sofremos dói demais, que somos infelizes pelo dano que sofremos etc.
Essa repetição contínua – para nós mesmos ou para os que nos rodeiam – é uma espécie de neurose. Livrarmo-nos disso é sempre um sinal de saúde emocional. Sendo assim, o perdão é o caminho que Deus nos oferece para nos livrarmos da compulsão neurótica da rememoração do dano e da dor sofridos. Perdoar é poder escolher de novo. É reconhecer que os outros não são responsáveis por nossa infelicidade. Entretanto, esse não é um caminho simples. Existem alguns aspectos que precisam ser observados no processo de perdão.
Em primeiro lugar, precisamos entender que o perdão é algo que fazemos em benefício próprio. Por quê? Quando eu posso, de forma honesta e sincera, dizer: “Fui ferido, fui magoado, não merecia isso, mas aconteceu e agora quero parar de repetir isso e decido perdoar o outro”, então passo para uma nova dimensão – a da liberdade que posso experimentar.
Todavia, somos relutantes em perdoar porque, em segundo lugar, perdoar é arriscar-se a ser ferido novamente. E se o outro fizer de novo? Vou passar por idiota? Como vai ficar minha autoestima? É preciso correr esse risco se queremos gozar de saúde emocional. Creio que seja por esse motivo que Jesus nos incentiva a perdoar 70 x 7 – por “nossa” saúde emocional. Por fim, o perdão nos leva à participação na comunicação trinitária, pois abre a possibilidade de criar o “novo”. O perdão conduz a pessoa a um novo âmbito relacional, reafirmando a coparticipação na vida – somos membros uns dos outros e isso nos constitui em um novo modelo de família. O perdão é a reintegração do filho que estava longe na busca de perversões oferecidas em outra região, mas que volta a si (estava fora de si – louco) e regressa para a casa do pai. Neste sentido, o exercício do perdão produz uma reestruturação familiar inclusiva – um “emparentamento”, fazendo do outro um parente, irmão em Cristo. Este é o ministério da reconciliação a que somos chamados (2Co 5).

::Carlos e Dagmar


Retirado daqui.

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18 de agosto de 2015

Em constante busca de cura interior



Estamos em processo de cura, e isso até a volta de Cristo, então precisamos nos revestir de toda armadura de Deus para vencer essa batalha da nossa alma X nosso espírito. Nosso espírito é a morada do Espírito Santo ele está salvo mas nossa alma vive em constante guerra não podemos ceder...


Cura interior, a gente já sabe que é um pouco polêmico, nem todo mundo aceita, mas eu sou convertida a mais de 30 anos sou uma nova criatura em Cristo, creio na minha salvação, mas a vida, as pessoas que nos cercam, as cobranças do dia a dia, produz em nós uma angústia uma culpa enfim faz brotar em nossa alma sentimentos que nos deixam pra baixo, sentimentos de culpa por isso temos a ação do Espírito Santos sarando nossas feridas.
 Essas feridas têm sua origem em algum fato ruim a cura oferece a oportunidade de o cristão restaurar-se e viver todo seu potencial. Esse processo tem contribuído para cura de muitas pessoas e começa quando se toma uma atitude de reação contra os problemas interiores que aprisionam a mente e o comportamento. É preciso saber que Deus  faz uma obra completa corpo, alma e espírito e por alguns não aceitarem este processo de cura da alma eles vivem cheios de problemas interiores, que foram causados pela decepção de uma perda, por uma traição, vivem uma tristeza que vem da alma machucada, mas por eles não aceitarem, o fato de que qdo aceitamos a Jesus como nosso Salvador, o nosso espirito esta salvo, a nossa alma continua em contato com o mundo físico, por isso somos feridos na alma, por  necessitamos de tratamento na alma. 

“Que o próprio Deus da paz os santifique inteiramente. Que todo o espírito, a alma e o corpo de vocês sejam preservados irrepreensíveis na vinda de nosso Senhor Jesus Cristo. Aquele que os chama é fiel e fará isso.” 1Tess.23.24 BNVI

Deus tem o prazer de nos ver inteiramente preservados até que ele venha Deus realiza uma obra completa, de libertação ele nos chama a ter uma vida curada

Enquanto eu mantinha escondidos os meus pecados, meu corpo meu corpo definhava de tanto gemer. Salmos 32.3

É necessário assumir nossas feridas diante de Deus (pecado), culpa, medo, amargura, ressentimentos, insegurança… e não deixa que nosso corpo adoeça.
 é preciso extrair forças de onde, aparentemente, não existem mais. É o momento de ser tão forte como nunca foi, pois quem lhe fortalece é o Senhor:
 

“faz forte ao cansado e multiplica as forças ao que não tem nenhum vigor”, Is 40: 29.

O primeiro passo tem que ser seu, você precisa assumir suas feridas para que só então Espírito  Santo comece o processo de cura
 


“As feridas da alma impedem o ser humano de viver todo seu potencial. A cura interior é um processo em que o Espírito Santo sara essas feridas e oferece ao cristão a oportunidade de viver de forma abundante. Deus realiza obra completa.”
www.adriel-restauracao.blogspot.com.br

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NO CAMPO DA MENTE É QUE NÓS NOS DECLARAMOS DERROTADOS OU VITORIOSOS.

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